É o momento. Dia 6 de maio, sábado, às 14h, no hotel Everest (Rua Duque de Caxias, 1357), em Porto Alegre, se realizará mais um Seminário da Herbalife International. No evento estarão distribuidores independentes, supervisores e outros associados de diferentes níveis do plano de Marketing da Empresa contando para os convidados sua experiência na companhia. Apesar do nome, a ocasião é muito mais festiva do que séria, e ainda assim garante o esclarecimento dos interessados. É uma das melhores chances para quem quiser se inteirar do negócio. Mais informações? Contate-me.
Seminário de Negócios
Dia UM (parte 1)
Ah! Prebenda!
Não sei fazer nada sem estudar algo antes, portanto, peguei os guias e catálogos da companhia e uma caneta marca-texto e foi à luta. Resultado: estimulante! No papel, confesso, tudo parece ser mais fácil, mais simples e mais seguro. Mas, por ora vou aproveitar a alta taxa de otimismo em minhas veias. A estratégia é simples: aproveitar todas as oportunidades possíveis para falar sobre o negócio e sobre o produto. Torço por mim!
O dia UM
Durante muito tempo eu estive descontente com meu emprego. A atividade em si me era mui agradável pelo fato de fazer o que eu gosto, jornalismo, mas o sistema de trabalho (8 horas por dia, seis dias por semana) e a remuneração desequilibraram o jogo da satisfação profissional. Solução: ingressar numa atividade em que eu sou o meu patrão, eu controle minha margem de lucro, e eu ganho o quanto meu esforço me proporcionar, ou seja, nada de trablhar mais que os outros e receber a mesma compensação que todo mundo. Além disso, posso trabalhar a partir de casa ou onde houver pessoas em qualquer parte do mundo. Mais do que renda extra é um sistema de compensação pelo trabalho. E hoje começa essa jornada.
Mão na roda
Pra quem é autônomo ou pequeno empresário, o Sebrae e o Banco do Brasil lançarão, até o final do ano, um software para gerenciamento de pequenos negócios. Chama-se Solução de Gestão Empresarial para Pequenas Empresas.
Mais detalhes podem ser lidos no clicRBS
Menos classe média
O novo livro do economista da Unicamp Marcio Pochmann, Classe Média – Desenvolvimento e Crise, traça um retrato da situação de uma parcela cada vez menor da população, tendo passado de 31,7%, nos anos 1980, para 27,1% nos anos 2000.
Matéria do clicRBS, relata que a diferença entre os dois pontos (1980 e 2000) corresponde, em números absolutos, à demissão de 10,1 milhões de trabalhadores. Destes, 7 milhões caíram no estrato social do país, enquanto o restante passou a trabalhar por conta própria ou abriu uma empresa – e, neste caso, ou se mantiveram na classe média ou até tiveram ascensão social.
– O ajuste do mercado de trabalho se deu, principalmente, nos cargos historicamente ocupados pela classe média, como gerentes de empresas, professores, administradores e cargos da burocracia pública e privada – disse Pochmann.
Essa mudança provocou dois efeitos importantes. O primeiro deles é que aumentou a desigualdade dentro da própria classe média. A participação da chamada classe média-baixa (professores, lojistas, vendedores, entre outros) passou de 44,5% do total do estrato, em 1980, para 54,1% em 2000. A da classe média-média (ocupações técnico-científicas, postos-chaves da burocracia pública e privada) caiu de 32,2% para 23,1%, enquanto a da classe média-alta (executivos, gerentes, administradores) apresentou certa estabilidade (de 23,2% para 22,8%).
Além disso, as novas gerações enfrentam sérias dificuldades para alcançar ou manter os padrões semelhantes de emprego e renda dos pais, o que coloca em xeque seu antigo status social baseado no consumo diferenciado.
