March 9, 2006

Obesidade e Anfetaminas

Filed under: Nutrição, Saúde

Obesidade
A Organização Mundial da Saúde adverte que a quantidade de pessoas com excesso de peso ou obesidade pode aumentar 50% até o ano 2015. Atualmente, mais de 20% das pessoas têm excesso de peso, apesar da miséria que flagela a maior parte da humanidade, porque quem pode comer está comendo demais.

Recordista
A obsessão pela magreza e a cumplicidade de médicos e farmácias faz o Brasil ser campeão mundial em anfetaminas, que causam dependência, insônia, hipertensão, depressão etc. O consumo só cresce, porque a anfetamina moída faz parte da mistura que traficantes adicionam à cocaína para render mais.

Nota do Sérgio Nogueira Lopes, Correio do Brasil.

March 8, 2006

Mão na roda

Filed under: Negócios

Pra quem é autônomo ou pequeno empresário, o Sebrae e o Banco do Brasil lançarão, até o final do ano, um software para gerenciamento de pequenos negócios. Chama-se Solução de Gestão Empresarial para Pequenas Empresas.

Mais detalhes podem ser lidos no clicRBS

Menos classe média

Filed under: Negócios

O novo livro do economista da Unicamp Marcio Pochmann, Classe Média – Desenvolvimento e Crise, traça um retrato da situação de uma parcela cada vez menor da população, tendo passado de 31,7%, nos anos 1980, para 27,1% nos anos 2000.

Matéria do clicRBS, relata que a diferença entre os dois pontos (1980 e 2000) corresponde, em números absolutos, à demissão de 10,1 milhões de trabalhadores. Destes, 7 milhões caíram no estrato social do país, enquanto o restante passou a trabalhar por conta própria ou abriu uma empresa – e, neste caso, ou se mantiveram na classe média ou até tiveram ascensão social.

– O ajuste do mercado de trabalho se deu, principalmente, nos cargos historicamente ocupados pela classe média, como gerentes de empresas, professores, administradores e cargos da burocracia pública e privada – disse Pochmann.

Essa mudança provocou dois efeitos importantes. O primeiro deles é que aumentou a desigualdade dentro da própria classe média. A participação da chamada classe média-baixa (professores, lojistas, vendedores, entre outros) passou de 44,5% do total do estrato, em 1980, para 54,1% em 2000. A da classe média-média (ocupações técnico-científicas, postos-chaves da burocracia pública e privada) caiu de 32,2% para 23,1%, enquanto a da classe média-alta (executivos, gerentes, administradores) apresentou certa estabilidade (de 23,2% para 22,8%).

Além disso, as novas gerações enfrentam sérias dificuldades para alcançar ou manter os padrões semelhantes de emprego e renda dos pais, o que coloca em xeque seu antigo status social baseado no consumo diferenciado.