February 3, 2006

A medida ideal do seu negócio

Filed under: Oportunidades

Mark-up é como se chama a margem de lucro sobre qualquer produto imbutida no preço. Conforme o economista Paul Singer, geralmente varia entre 5% e 10%. Isso significa que, somados os custos de produção, põe-se em cima 10% do valor total do produto. É como ir em uma churrascaria, onde os 10% são do garçom. Na verdade, o consumidor final deve pagar 10% sobre o produto consumido mais 10%, mas isso não vem ao caso.

A questão é que se o cidadão investir para fazer um produto R$ 1000 e seu custo de produção for R$ 100, ele terá 10 unidades vendidas a R$ 110, onde R$ 10 é o lucro.

Ao final da venda, o sujeito terá a mais cerca de R$ 100, o suficiente para produzir mais uma unidade, apenas, o que nos próximos 30 dias vai lhe possibilitar a produção de mais ou menos 12 unidades, supondo-se que o total escoe ao longo de um mês. Em síntese, é um mau negócio. Por quê?

Imagine elevar o mark- up a 100%. Significa vender as mesmas 10 unidades produzidas a partir de um investimento de R$ 1000 mas, no final das vendas lucrar R$ 2000.

Se mantivermos o período para o retorno em um mês, quando o sujeito investir novamente os R$ 1000 iniciais, mais metade da sua margem de lucro para produção, no final de sessenta dias o lucro terá triplicado o investimento inicial (chegando a R$ 3000).

Os R$ 500 lucrados com os primeiros R$ 1000 ele pode até usar para ir numa churrascaria e dar uns 20% para o garçom, mas em gorjeta, não imbutidos na conta, senão o coitado talvez nem sinta o peso das notas.

Então, interessou-se por uma margem de lucro de 100% capaz de dobrar seu investimento e até triplicar ao final da segunda venda de estoque? Contate-nos.

February 1, 2006

Tristes e espaçosos tempos

Filed under: Saúde

Quando estava acima dos 100 kg, escrevi que cada vez que ouvia o estralar de uma cadeira de madeira ao me levantar não sabia se era um suspiro de alívio ou uma ameaça. E não é que até móveis e objetos de nosso uso diário sofrem mesmo com a obesidade?

O jornalista Jorge A. Bañales, da agência EFE, apurou alguns dos novos produtos que os quilos a mais demandam.

Nos Estados Unidos, por exemplo, onde o peso médio da população aumentou em 5,4 quilos desde 1960, 62% dos habitantes tem peso excessivo e entre eles, de 12% a 25% - de acordo com cada estado - sofrem de obesidade.

Qual foi um dos primeiros produtos desenvolvidos para esse público? Foram caixões metálicos. Não bastasse o material, as novas moradas dos defuntos de peso passaram de 56 cm para até 111 cm de largura.

Nos EUA, a obesidade causa cerca de 400 mil mortes a cada ano e em breve ultrapassará o tabagismo como a principal causa de morte evitável, escreveu o repórter.

Na passarela da indústria da corpulência estão roupões hospitalares, camas reforçadas, aparelhos para tomar pressão, infelizmente itens vinculados à problemas na saúde.

“Por exemplo, quando o médico Philip Peacock e seus parceiros de Medicina Familiar de Prince William (Virginia) planejaram um novo consultório, levaram em consideração as necessidades de sua clientela cada vez mais corpulenta. Os arquitetos lhes recomendaram que colocassem sofás ao invés das freqüentes cadeiras das salas de espera, que têm largura limitada por braços de madeira ou metal”.

Tristes e espaçosos tempos.

A propósito, minhas cadeiras de madeira não suspiram mais!

Perca peso com saúde, entre em contato.

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